eBook: Guia para aumentar o lucro do seu restaurante com um software de gestão

Entenda como o investimento em um software de gestão pode ajudar a aumentar o lucro do seu negócio e melhorar sua eficiência operacional.

A rotina de um restaurante é sempre muito corrida e, com tantas questões mais operacionais para resolver — dimensionamento de equipe, compra de materiais e atendimento ao público, por exemplo —, o gestor pode ficar sobrecarregado e não conseguir dedicar mais tempo para criar estratégias que ajudem a aprimorar os resultados.

Mas muitas vezes resolver essa situação pode ser mais simples do que se imagina. Com a implantação de um software de gestão é possível automatizar diversas atividades, tornando-as mais ágeis e permitindo que o gestor tenha maior controle sobre cada uma delas.

E mesmo com o investimento inicial na implantação do software, o retorno e os benefícios obtidos com suas ações geram não apenas uma rápida recuperação do investimento, mas também um economia potencial para os negócios, refletindo imediatamente para aumentar o lucro da organização.

 

Ainda está em dúvida sobre como um software pode ajudar a aumentar o lucro do seu restaurante?

Pensando nisso, criamos este guia para explicar como o investimento em um software de gestão pode ajudar a aumentar o lucro do seu negócio. É só acessar e baixar grátis para conferir todos os detalhes:

 

 

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Entenda a importância de analisar seu plano de contas

Você sente a necessidade de compreender melhor as finanças do seu empreendimento ou da empresa onde trabalha? Gostaria de ter uma visão mais ampla da situação financeira da sua empresa, ou mesmo dar mais agilidade a processos, sobretudo do setor de contabilidade? Ou talvez você tenha dificuldades em encontrar tributação adequada para seu negócio?

Se você respondeu sim a qualquer uma dessas perguntas, então o plano de contas é a ferramenta que fará a diferença na sua gestão.

O que é plano de contas?

O plano de contas (também conhecido como elenco de contas) nada mais é que o agrupamento de todos os débitos e créditos que a sua empresa possui. Em outras palavras, é o registro de todas as contas de que a empresa precisa para registrar as movimentações financeiras que aconteceram durante sua operação.

Assim, o plano de contas fornece um panorama mais amplo e concreto acerca da situação financeira real da empresa, dando dados e instrumentos valiosos para que você possa tomar decisões acertadas.

De posse dessa visão mais ampla, é possível enxergar com clareza quais setores precisam de reformulações ou cortes orçamentários, quais estão gerando mais lucro e quais aqueles que poderiam se beneficiar de uma maior injeção de recursos. Além disso, um plano bem elaborado pode dinamizar o trabalho do setor contábil da empresa, agilizando o pagamento de tributos e encargos e reduzindo a inadimplência.

Como organizar seu plano de contas

Para que você possa extrair o máximo de seu plano de contas e reduzir as despesas, é preciso que ele seja bem organizado, de forma a possibilitar uma leitura eficaz por qualquer pessoa que precise acessá-lo.

Por mais que cada empresa seja individual, e portanto requeira um plano personalizado às suas necessidades, existem elementos universais que devem estar presentes em seu elenco de contas. Para obter um planejamento eficiente, é interessante dividi-lo nos seguintes grandes grupos:

  • Ativo: contém todas as contas que representam bens ou direitos da empresa;
  • Passivo: aqui devem ser agrupadas todas as obrigações da empresa, bem como seu patrimônio líquido;
  • Receitas e Despesas: aqui encontram-se todas as contas de resultado. Quando seu saldo é credor, representa um receita; se o saldo for devedor, tem-se uma despesa.

Atenção ao detalhamento

Criar contas detalhadas e organizadas em níveis e subníveis, vai lhe conferir um maior nível de controle sobre as receitas e despesas da empresa. Por exemplo, dentro do grupo “Despesas”, você pode lançar a conta “Despesas Fixas”, sob a qual entrarão lançamentos como Aluguel, Salários, Internet e outros.

Para garantir que seu plano de contas será lido de forma rápida e eficaz, procure estruturá-lo em forma de árvore:

1. Despesas;

1.1. Despesas fixas;

1.1.1. Aluguel;

1.1.2. Salários;

Dessa forma, a visualização das contas e os lançamentos contábeis serão mais simples e ágeis.

Agora que você já sabe como estruturar um plano de contas eficiente e conhece os benefícios dessa ferramenta para seu negócio, aproveite para baixar nosso ebook e tenha acesso mais recursos que ajudarão você e sua empresa a alcançar seus objetivos de forma muito mais ágil!

 

 

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Infográfico: como reduzir o desperdício no restaurante

Você sabe quais são os impactos do desperdício no restaurante para o seu faturamento? Muito mais do que o desperdício em si, jogar alimentos fora representa custos alto para o seu negócio e redução da sua lucratividade. Saiba como reverter esse quadro!

Quem trabalha no ramo ou é dono de um restaurante já sabe: o desperdício sempre acontece. A prática, inclusive, é quase um hábito no Brasil por conta de medidas erradas que vão desde o transporte dos produtos até os hábitos do consumidor final.

Segundo Allan Bojanic, representante da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, na sigla em inglês) no Brasil, cerca de 30% dos alimentos produzidos em todo mundo vão para o lixo. Isso representa um prejuízo econômico de aproximadamente US$ 940 bilhões por ano, o que corresponde a cerca de R$ 3 trilhões.

O grande desafio é buscar medidas para reduzir esse despejo de alimentos.  A redução do desperdício, aliada ao uso da tecnologia, diminui custos e causa impactos ambientais positivos para os negócios do setor.

Hoje em dia, com o acúmulo na geração de lixo e degradação do meio ambiente, a preocupação com as questões socioambientais na oferta dos mais diversos tipos de serviços e produtos tornou-se um requisito de mercado. E isso não é diferente no setor de alimentação fora do lar.

Independente do perfil – pequenos negócios como restaurantes, food trucks, padarias, bares e franquias de fast food, pizzarias, vendedores de cachorro-quente, churrasquinhos, doces e frutas – todos precisam incorporar em seus produtos e serviços práticas de gestão ambiental. Mais do que isso, essa lógica está diretamente ligada à economia que esse posicionamento pode trazer aos negócios, já que em tempos de crise a redução de custos também se tornou um elemento fundamental para a sobrevivência no mercado.

As empresas que adotam práticas de sustentabilidade podem ter seus custos reduzidos porque:

  • Consomem menos água e energia;
  • Utilizam menos matéria-prima e geram menos resíduos com a otimização do processo;
  • Reutilizam, reciclam ou vendem resíduos sempre que possível.

Assim, além de diminuir custos, ao adotar essas práticas as empresas posicionam seus negócios num contexto de mercado mais moderno e competitivo e ainda aumentam sua lucratividade, pois seus ganhos ocorrem em duas vertentes, a dos ganhos econômicos e a dos ganhos ambientais, valorizando automaticamente os negócios frente ao mercado.

 

Mas como reduzir o desperdício?

Nós sabemos que em um restaurante uma parcela de desperdício é inevitável. Afinal, não se pode controlar o que o cliente come ou deixa no prato ao final da refeição. Mas você pode, no entanto, trabalhar em todo processo antes que o prato chegue até a mesa para evitar o máximo possível que o desperdício acontece, inclusive redimensionando as porções, se for o caso.

Para te ajudar nesta missão, preparamos um infográfico exclusivo com dicas de como reduzir o desperdício de alimentos, matérias-primas, energia, água e resíduos, mostrando ainda como a tecnologia pode ajudar neste processo. Clique na imagem a seguir e baixe grátis:

 

 

Se você quer saber mais sobre como reduzir o desperdício no seu restaurante, veja também este post.

 

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Elisão fiscal: como pagar menos impostos sem sonegar

O termo pode até parecer estranho, mas conhecer seu significado é uma tremenda mão na roda. A elisão fiscal é uma forma bastante utilizada por empreendedores de diversos segmentos para pagar menos impostos, tudo dentro do que a lei permite.

Aliás, a elisão é uma prática empresarial relativamente comum. Inclusive, faz parte do planejamento tributário de muitas empresas.

Elidir impostos, portanto, não é a mesma coisa que deixar de pagar o que se deve. Trata-se de evitar o pagamento de tributos, o que é perfeitamente aceitável, desde que a lei não o proíba, de forma expressa.

Elisão fiscal não é a mesma coisa que evasão

A evasão fiscal é crime, definido pela lei número 4.729 de1965, do governo federal. Quando comete a evasão, a empresa está, de alguma forma, mentindo ou omitindo informações que deveriam ser repassadas para a correta tributação.

Isso pode ser feito através da adulteração de balanços contábeis, emissão de notas fiscais frias e outros artifícios.

Já a elisão fiscal é uma forma de se enquadrar no regime fiscal, de maneira que a tributação seja a menor possível, maximizando os lucros. Não tem nada de ilegal. Muito pelo contrário, em alguns estados e municípios é uma prática até incentivada, como veremos a seguir.

Aproveitar os incentivos tributários é uma forma de elisão

Para ajudar a entender melhor o que é a elisão fiscal, vamos citar um caso concreto. Em 2014, o governo do estado do Rio de Janeiro colocou em vigor um decreto, especialmente direcionado a bares e restaurantes.

Esses estabelecimentos já faziam parte de um regime fiscal que cobrava deles 2% de ICMS. Passaram, então, a contar com um crédito presumido de 2,3%, sobre produtos comprados para preparo dos pratos servidos.

Dessa forma, eles deixaram de ser duplamente cobrados, já que, ao comprarem insumos, eles pagavam impostos embutidos nos preços. Como disse o secretário de Fazenda da época, trata-se de uma compensação fiscal para os empresários do setor.

Imaginemos então que um empresário tem um restaurante localizado na Zona da Mata, no estado de Minas Gerais, região vizinha ao estado do Rio. Dependendo do município, pode ser interessante mudar-se para território fluminense, a fim de aproveitar a vantagem oferecida pelo decreto citado.

Essa é uma das formas de elisão fiscal, ou seja, aproveita-se um regime tributário favorável, como forma de aumentar a lucratividade do negócio.

Um bom planejamento ajuda a criar oportunidades

Antes de colocar uma empresa em atividade, é altamente recomendável que um profissional de contabilidade seja procurado. Isso porque, é ele quem vai orientar sobre o regime tributário adequado.

No Brasil, há quatro regimes de tributação. Cada um com características e formas diferentes de taxar as empresas.

São eles o Micro Empreendedor Individual (MEI) – indicado para empreendedores com faturamento anual de até R$ 60 mil –, Lucro Presumido, Lucro Real e Simples Nacional. Há, dentro do Simples Nacional, o enquadramento como Super Simples, para empresas com faturamento de até R$ 600 mil.

Portanto, dada a diversidade de formas de cobrança de impostos para empresas, é muito importante contar com apoio profissional. Essa troca também pode ser feita depois de a empresa estar aberta, uma vez que pode-se optar a cada ano, por um tipo de enquadramento junto ao fisco.

Dessa forma, toda empresa legalmente constituída pode, de alguma forma, aproveitar os benefícios da elisão fiscal. O mais importante é que isso seja feito de maneira orientada, para que o tiro não saia pela culatra, gerando mais impostos, quando se espera o oposto.

O que não está expresso na lei não configura ilegalidade

Uma outra forma de reduzir a carga tributária é valer-se de casos omissos, em que a lei não prevê conduta ilegal. São as conhecidas brechas da lei, que podem compor o planejamento tributário de maneira a evitar o pagamento de impostos devidos.

Como se trata de uma forma de elisão que exige uma orientação muito mais cuidadosa, ter um contador para nortear o planejamento tributário é essencial.

Ao elidir o pagamento de impostos por meio de brechas legais, a empresa apenas evita a cobrança de tributos. Ela não deixará de pagar nada, porque simplesmente não deve.

Controlar o fluxo de caixa para garantir menos tributação

Já deu para perceber que, para aproveitar as diversas oportunidades que a elisão fiscal oferece, é necessário o apoio profissional. Da mesma forma, ter o controle exato das receitas e despesas é parte indissociável, para que a economia seja percebida.

Voltando ao ramo alimentício, um dos mais sensíveis quando se fala de tributação, contar com um software de gestão voltado especificamente para o segmento ajuda na gestão tributária.

Estamos falando de um setor em que a entrada e saída de bens, produtos e serviços é ininterrupta. São diversas operações simultâneas e de naturezas distintas, ao mesmo tempo. Não é possível imaginar um empreendimento do ramo alimentício prosperando, sem o auxílio no controle de gastos, proporcionado pela automatização.

Controlar o fluxo de caixa garante, no fim do exercício fiscal, a apuração correta das despesas e receitas, fornecendo dados necessários para o aproveitamento da elisão de tributos.

Outras vantagens podem ser percebidas em bares e restaurantes, como o controle de estocagem. Equilibrar o giro do estoque é uma das chaves para um negócio bem-sucedido no setor alimentício.

Gestão fiscal é uma das maneiras de organizar um negócio

Com planejamento tributário, apoio dos profissionais certos e de ferramentas e softwares, é perfeitamente possível a reorganização de um negócio. No caso já citado dos restaurantes, lançar mão de recursos que cubram esses custos não representa um gasto, mas um investimento.

Contratar especialistas em tributação e investir na automatização dos processos através de um software de gestão não é despesa. Assim, será possível planejar as finanças e tudo que diz respeito ao controle dos custos operacionais.

Sabendo quanto e como se gasta, a elisão fiscal será uma forma de pagar os profissionais e serviços contratados só com a economia gerada pela sua aplicação.

Se você se interessou pelo assunto e quer saber mais sobre como melhorar a lucratividade do seu negócio, acesse nosso artigo sobre gestão de negócios, e saiba como evitar os erros mais comuns em empresas!

 

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