5 dicas de como criar um cardápio atrativo

Você já pensou em como criar um cardápio atrativo para o seu restaurante, bar ou lanchonete? É um item básico e indispensável no ramo de alimentos, que também pode servir como peça atrativa para a imagem e identidade da empresa.

Sua funcionalidade adquire uma utilidade ainda maior e mais lucrativa se você souber estruturar melhor todo seu conteúdo.

Mostre todo o potencial do seu negócio apresentando a variedade de comidas e bebidas do seu cardápio, com muito estilo. Neste post, confira as 5 dicas que separamos para você!

1. Adote o formato ideal

Ao começar o projeto de um cardápio, dê atenção ao logotipo e à identidade visual da empresa. Esses elementos estão associados ao público-alvo e ao seu negócio. Tomando como base esse ponto, você parte para definir o formato e extensão do cardápio. Então, o menu pode ser feito em uma página única, grande, dividindo as categorias em colunas.

É possível, ainda, separar os itens em diversas páginas, conforme a quantidade. O ideal é fazer uma divisão confortável para a visualização — nem aglomerado, nem muito disperso.

A fim de não tornar o menu cansativo para o manuseio do cliente, é recomendável que não haja mais que 6 páginas. Essa medida também é útil para a manter a eficiência da cozinha e do setor de compras.

O uso do mesmo tipo de fonte em toda a peça também ajuda a organizar o conteúdo com mais eficiência. As variações podem ser feitas em negrito, itálico ou com cores diferentes.

2. Atente-se às cores

As cores possuem um papel fundamental na definição da estética do material. O ideal é usar as tonalidades da identidade visual do estabelecimento para criar harmonia e coerência.

É importante transmitir a personalidade e experiência do local. Sendo assim, um restaurante mais luxuoso tem a opção de investir mais, apresentando um cardápio que traduza a sofisticação do ambiente, com cores fechadas e mais neutras.

Locais descontraídos e informais podem apostar em cores quentes, como amarelo e vermelho. Esses são tons relacionados aos alimentos e, segundo estudos, estimulam o apetite.

3. Capriche nas ilustrações

Um cardápio atrativo deve contar com imagens de alta resolução, afinal, sua clientela começa a saborear os pratos com os olhos. Porém, as fotos, ainda que meramente ilustrativas, precisam ter o máximo de fidelidade à comida que será servida.

Essa é uma tática muito eficaz para despertar os sentidos das pessoas, além de facilitar a compreensão, ao apresentar pratos menos conhecidos do menu. No entanto, cuidado para não poluir o cardápio com excesso de imagens.

Dê maior destaque às especialidades e aos favoritos da casa para que os clientes se familiarizem com os diferenciais do seu restaurante.

4. Distribua os itens de forma apropriada

É conveniente organizar as opções de acordo com a preferência de vendas, como os “pratos da casa”. Procure também apresentá-las na ordem que as pessoas costumam comer:

  • aperitivos;
  • saladas;
  • entradas;
  • pratos principais e assim por diante.

A ordem dos itens pode ser estruturada iniciando com o nome em destaque — negrito ou cor diferente. Em seguida, acrescenta-se uma breve descrição dos ingredientes e, por último, o preço.

Especialistas orientam que os pratos mais vendidos devem ser posicionados no final do cardápio. Isso induz o consumidor a folhear tudo e visualizar outras opções, incluindo as bebidas e sobremesas.

Outra forma de estimular o interesse e o apetite do cliente é fazer uma descrição sugestiva dos pratos ofertados. Acrescente adjetivos como delicioso, saboroso e outros similares.

5. Posicione os preços estrategicamente

É importante manter os preços visíveis, porém, não precisam ficar perfeitamente alinhados. Disponha os valores abaixo de cada prato, logo após sua descrição. Essa tática impede que o cliente faça comparações imediatas entre os valores das opções oferecidas.

Saber como criar um cardápio atrativo requer alguns truques simples, que podem impulsionar seu negócio e entreter o público com um toque de bom gosto.

Melhorar o atendimento e os resultados de seu restaurante é uma tarefa construída com várias mudanças, passo a passo. Você pode, além de melhorar seu ambiente, cardápio e serviço, investir em tecnologia para garantir a qualidade que a inovação pode trazer. Quer saber mais a respeito? Confira por que seu restaurante deve adotar soluções de mobilidade!

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3 motivos para trocar as planilhas por um software de gestão

Ao longo de muitos anos, as planilhas (notadamente, do Excel) foram as ferramentas preferidas pelos empreendedores do setor varejista. De fato, muitas empresas ainda as utilizam para planejamento e gerenciamento de performance. No entanto, se comparadas a um software de gestão, as planilhas apresentam falta de flexibilidade e má qualidade dos dados, além de exigir muito tempo para seu gerenciamento.

Simplesmente não faz sentido continuar usando planilhas quando há melhores opções! Se você está tentando alavancar os resultados do seu negócio, elas são, definitivamente, a ferramenta errada para quem quer fazer um bom trabalho.

Neste post, apresentamos 3 dos principais motivos pelos quais chegou a hora de fazer a substituição das planilhas por um software de gestão em seu negócio. Boa leitura!

1. Software de gestão simplifica o processo de planejamento

Como mencionado acima, muitas empresas continuam inserindo dados em planilhas e compartilhando-os por e-mail. Uma vez que não há trilha de auditoria, se torna ainda mais difícil rastrear e entender mudanças e variações.

Dessa forma, as planilhas podem circular por semanas ou mesmo meses. No final do processo, o departamento financeiro deve enfrentar o (quase impossível) desafio de reunir e conciliar todo um emaranhado de informações.

Com um software de gestão, você pode inserir, editar e armazenar seus dados de planejamento em um único lugar. Não será mais preciso se preocupar em rastrear e gerenciar planilhas individuais.

Os dados são compilados imediatamente, portanto, não há necessidade de reconciliação no final do processo de planejamento. Isso garante, para sua empresa, melhores resultados em menos tempo.

2. Protege seus dados

Existem riscos inerentes à segurança, que estão associados à comunicação via e-mail. Ao utilizar planilhas, você perde o controle de seus dados a partir do momento em que clica no botão “enviar”. Na prática, os e-mails podem ser encontrados por qualquer um.

Hackers e experts em tecnologia conseguem, facilmente, obter acesso não autorizado e remover senhas de planilhas protegidas. Quando usa um software de gestão, você se livra desses riscos, pois todos as suas informações são armazenadas em um local seguro.

Além disso, você controla quem pode visualizar, inserir ou atualizar informações. Os softwares de gestão estão em conformidade com os mais altos padrões de segurança e, portanto, são capazes de manter seus dados íntegros e seguros em todos os momentos.

3. Oferece maior controle sobre o que acontece na empresa

De acordo com a MarketWatch, cerca de 88% das planilhas contém erros. Mesmo a ocorrência de pequenas falhas pode levar a um considerável desperdício de tempo, dinheiro e recursos. Como, de modo geral, não há controle de versão, os erros de rastreamento no Excel tendem a gerar dificuldades e demoras adicionais.

Um software de gestão, por sua vez, permite definir permissões e designar quais usuários podem editar ou alterar fórmulas. Um melhor controle reduz drasticamente a probabilidade de erro humano.

Se, ainda assim, ocorrerem problemas, uma trilha de auditoria detalhada facilita a resolução de problemas, rastreando alterações e permissões.

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Mantenha em dia as obrigações fiscais com 5 dicas

O cumprimento das obrigações fiscais deve estar entre as prioridades de empresários e gestores, pois o crescimento de qualquer empresa depende sempre de uma gestão segura e confiável.

As obrigações fiscais envolvem uma série de pagamentos que precisam ser realizados regularmente, dentro de prazos determinados. Atrasos podem ser punidos com multas e juros, que apenas geram ineficiência, aumentando os custos gerais.

Por isso, é fundamental investir na padronização das rotinas de trabalho e em tecnologias que garantam maior controle sobre todas as exigências legais.

As sanções para o descumprimento das obrigações fiscais

As empresas que desobedecerem aos prazos estabelecidos ficam sujeitas a sanções penais, civis e tributárias, além de outras penalidades previstas em lei.

As punições penais são aplicadas quando o empresário comete um ato ilícito tributário, como a sonegação de impostos ou o não recolhimento de tributos. Já as sanções civis têm a finalidade de garantir o pagamento em atraso, com a incidência de juros sobre o valor devido.

Por último, as sanções fiscais visam forçar que a empresa a cumprir as obrigações tributárias. Nesse caso, são aplicadas multas proporcionais as dívidas contraídas junto aos órgãos públicos.

Dicas para manter a empresa regularizada

Confira agora algumas dicas para atender às obrigações fiscais e evitar transtornos:

1. Conheça a legislação vigente

A legislação tributária brasileira é bastante complexa e constantemente sofre ajustes. Assim, é preciso compreender as regras que envolvem a empresa, já que essas obrigações podem variar de acordo com o ramo de atividade, abrangência e regime de arrecadação escolhido, por exemplo.

2. Crie um programa de treinamento

Outro ponto importante é a capacitação da equipe responsável pelos trâmites contábil e fiscal. Por isso, é necessário programar treinamentos frequentes, visando a atualização de todos os profissionais. Desta maneira, o número de falhas provocadas por desconhecimento ou imperícia é reduzido drasticamente.

3. Estabeleça um cronograma de pagamentos

Estabelecer um cronograma de pagamentos é mais uma dica para garantir o cumprimento das obrigações fiscais. Para uma administração realmente eficiente, é essencial contar com um bom planejamento, uma vez que existem datas de vencimento diferentes para tributos, taxas, impostos e contribuições.

4. Organize os documentos

Em geral, as obrigações fiscais estão atreladas à uma grande quantidade de dados. Então, a recomendação é reforçar a gestão de documentos, simplificando o acesso às informações. Vale lembrar que consultas manuais são comuns, por isso, é preciso que recibos e comprovantes possam ser localizados rapidamente.

5. Adote um software de gestão

A utilização de um software de gestão é uma medida necessária, principalmente, quando a empresa também pretende expandir suas operações — fase em que o controle tributário é ainda mais exigido.

Com esse tipo de software, é possível reunir diversos registros contábeis e fiscais, o que permite a verificação imediata do cumprimento de todas as obrigações legais. Com esse recurso, é mais fácil evitar erros, duplicidades ou atrasos. Aliás, o próprio Fisco está se modernizando com a implementação de sistemas integrados, que agilizam o cruzamento de dados e tornam a fiscalização mais efetiva.

Para cumprir as obrigações fiscais, é preciso apostar no conhecimento, na atualização permanente e na organização. Além disso, o uso de um software de gestão adequado, pode ser determinante para a regularização da empresa, contribuindo, inclusive, para a tomada de decisões estratégicas.

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Cupom Fiscal e Nota Fiscal: entenda a diferença

É muito comum as pessoas se referirem aos documentos obrigatórios Cupom Fiscal e Nota Fiscal como se fossem a mesma coisa. Isso se dá pela complexidade do sistema tributário do nosso país. Porém, essa dúvida precisa ser sanada o quanto antes, para que você possa saber como usufruir dos seus direitos — tanto como comerciante quanto como consumidor.

Saiba, neste post, quais são as diferenças entre estes dois documentos, bem como as vantagens de emiti-los no seu estabelecimento.

O que é o cupom fiscal?

O cupom fiscal foi criado para registrar vendas no varejo e é emitido por um equipamento chamado de Emissor de Cupom Fiscal (ECF) com o selo de autorização da autoridade competente.

O questionamento quanto à diferenciação se dá porque o cupom fiscal é, na maioria das vezes, chamado pelo cliente comum de nota fiscal.

Nele é possível verificar dados importantes, como:

  • compra ou venda de produtos;
  • descrição das mercadorias;
  • preço dos itens;
  • local, data, hora da transação;
  • valor do pagamento e valor do troco devolvido ao cliente.

O que é a nota fiscal eletrônica (NF-e)?

A NF-e é um documento gerado digitalmente. Ela foi criada com o intuito de:

Após sua emissão, os dados ficam registrados em um central, podendo ser cruzados com outros registros para impedir a sonegação, como no caso das operações interestaduais.

Além disso, você não precisa mais imprimi-las e arquivá-las durante todo o período exigido pela Receita Federal. Basta armazenar os documentos no computador.

NF-e comprova uma série de transações comerciais, como:

  • compra e venda de produtos;
  • tráfego de mercadorias;
  • prestação de serviços;
  • doações a instituições e causas sociais.

Quais as diferenças entre os dois documentos?

Em casos de troca de produtos, existem duas possibilidades diferentes.

Se o pedido foi realizado apresentando um cupom fiscal, o comércio pode escolher se realizará a troca ou devolução do dinheiro. O motivo disso é que esse documento não descreve todos os dados necessários para identificar o cliente. Dessa forma, seria possível fraudá-lo, utilizando um CF referente a outra compra.

Já a Nota Fiscal é um documento íntegro, pois contém os dados pessoais do consumidor. Mediante sua apresentação, o estabelecimento é obrigado por lei a efetuar a troca do produto com defeito. E, por esse motivo, exigi-la no ato da compra é fundamental para garantir seus direitos.

A NF também é utilizada para solicitar um reembolso ou repassar o pagamento de uma compra. Ao contrário do cupom fiscal que pode ser recusado por não possuir dados credíveis o suficiente para o reembolso.

Qual a importância de emitir cada documento?

Caso você opte por não emitir a Nota Fiscal e o Cupom Fiscal, colocará em risco o seu empreendimento. Se o cliente abrir uma reclamação, você pode ser multado por sonegação de impostos.

Confira os benefícios de emitir tais documentos:

  • maior transparência e controle dos negócios;
  • facilidade no cálculo das contas do estabelecimento;
  • possibilidade de o cliente pedir devolução ou reembolso do dinheiro, em caso de erro no preço do produto;
  • combate à sonegação fiscal;
  • identificação da quantia e do tipo de tributo pago na compra realizada.

Com as informações expostas neste post, esperamos que você tenha compreendido a diferença entre o Cupom Fiscal e a Nota Fiscal bem como sua importância. Portanto, não perca tempo e regularize sua empresa com o auxílio de um software de gestão adequado.

O que achou deste artigo? Compartilhe suas experiências como varejista e como consumidor com a gente: deixe um comentário!

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