iFood para restaurantes: confira as vantagens e desvantagens do app

Vivemos em uma sociedade cada vez mais conectada e, por esse motivo, a maior parte dos serviços e formas de consumo estão, aos poucos, se digitalizando. Com o mercado de delivery de comida, essa realidade não é diferente.

Os aplicativos de entrega de comidas estão conquistando um público que cresce diariamente. Tais apps são grandes aliados de gestores de restaurantes e empreendimentos gastronômicos, pois, oferecem maior visibilidade e praticidade na entrega de comidas, sem que isso acarrete grandes custos.

Nesse cenário, um dos aplicativos que mais se destaca é o iFood para restaurantes — e é dele que vamos falar neste artigo.

A seguir, acompanhe quais são as principais vantagens e desvantagens do app e entenda como ele poderá ajudar o seu negócio a prosperar. Preparado? Então continue acompanhando!

Quais são as vantagens do iFood para restaurantes?

Criado em 2011, por Felipe Fioravante e Patrick Sigrist, o iFood rapidamente conquistou seu lugar no mercado e hoje já marca presença em mais de 100 cidades no mundo, e já se tornou aliado de milhares de restaurantes e estabelecimentos mundo afora, especialmente no Brasil e na América Latina.

A plataforma oferece diversas vantagens para restaurantes e, na sequência, você poderá conferir quais são as principais delas:

Clientela satisfeita

Ao cadastrar o seu restaurante no iFood, seus clientes contarão com a facilidade de acessar e escolher itens do seu cardápio pelo computador ou pelo app, poupando-os de longas esperas pessoalmente ou via telefone e agilizando o processo de compra.

Desse modo, sua clientela poderá fazer pedidos aonde quer que estejam, com direito a navegação rápida, fluída e a receber seus pedidos sem o menor tipo de esforço ou deslocamento.

Facilidade para cadastro

O processo de cadastro na plataforma do iFood é rápido e simples. Basta fazer o download do aplicativo e fazer o cadastro do estabelecimento no site.

Feito isso, basta aguardar a análise da moderação e, dentro de poucos dias, seu restaurante já começará a aparecer nos resultados de buscas para os clientes.

Com isso, sua marca estará visível para um número muito maior de consumidores e suas chances de aumento de vendas crescerão exponencialmente.

Gerenciamento simplificado

O gerenciamento da sua conta online no iFood é extremamente simples, e você poderá realizar qualquer mudança ou atualização no menu de edição, de maneira ágil e com atualização em tempo real.

Com essa vantagem, você ficará livre da necessidade de edição, diagramação e impressão de novos cardápios sempre que surgir uma novidade ou alteração. Dessa maneira, fotos, cadastro de novos itens, novos pratos e atualizações de preços podem ser adicionados instantaneamente.

Diversidade de clientes em apenas um lugar

A base de clientes do iFood é uma das maiores do mundo, o que ajudará o seu restaurante a conquistar novos clientes e ser divulgado para um número enorme de potenciais consumidores.

Dessa maneira, dependendo do seu nicho de atuação no ramo alimentício, você poderá aumentar seu número de pedidos e vendas, sem necessariamente precisar ampliar sua estrutura física.

Publicidade facilitada

O uso da plataforma do iFood oferece, além de uma grande visibilidade de marca para a sua empresa e um fortalecimento de nome do mercado, uma grande economia com publicidade e divulgação.

Por esse motivo, você poderá diminuir seus gastos com divulgação online (como anúncios, campanhas nas redes sociais), ao mesmo tempo em que tem um maior número de vendas.

Vantagens operacionais

O sistema do iFood é extremamente ágil e completo. Como o cliente tem, na tela, todo o cardápio, detalhes dos pratos e preços, ele pode escolher tudo com total autonomia, sem que você precise contratar pessoas para o atendimento ou ocupar linhas telefônicas.

Além disso, por ser tudo realizado digitalmente, os casos de erros de pedido são mais escassos, bem como o número de devoluções, queixas ou desentendimentos.

E quais são as desvantagens do iFood?

Como tudo nesse mundo, o iFood também tem seus aspectos negativos e que, em alguns casos, desestimula empreendedores do ramo alimentício a utilizar a plataforma.

A seguir, listaremos alguns desses problemas e desvantagens. Confira!

Dependência da internet

Um dos primeiros pontos que pode gerar dificuldades no que refere-se à utilização do iFood é a sua completa dependência da internet. Logo, se o usuário está sem acesso ou com uma conexão de má qualidade, ele simplesmente não conseguirá realizar pedidos pelo app.

O mesmo vale para os estabelecimentos que precisarão sempre contar com uma conexão segura e estável, para que não haja problemas no recebimento de pedidos e eventual comunicação com os clientes.

No entanto, se você conta com uma boa conexão no seu restaurante, sua principal preocupação deverá ser apenas manter as fotos, preços, cardápio e perfil do negócio atualizados.

Padronização de layout

O aplicativo do iFood tem um layout comum para todos os restaurantes cadastrados, o que gera uma certa dificuldade de conquista de destaque na plataforma, uma vez que o nome da marca será o principal fator de diferenciação.

Para contornar esse problema, o ideal é investir em fotos boas dos produtos comercializados, em descrições atraentes e bem organizadas, além de um perfil bem articulado e atrativo para a clientela.

Comissão elevada

Provavelmente, um dos aspectos que mais desencoraja donos e gestores de restaurantes a incluir suas marcas no iFood é a porcentagem cobrada pela marca para manter os restaurantes cadastrados.

O valor cobrado varia entre 10% e 15% do valor de cada pedido, o que acarreta em duas possibilidades de resultado para os donos de restaurante: ou mantém o produto final com valor encarecido para o cliente ou perde-se um pouco no faturamento por quantidade, em prol da quantidade — o que é uma medida arriscada, haja vista que não existem garantias de que esta será uma estratégia eficaz.

Entretanto, embora existam outras possibilidades de aplicativos que cobram comissões menores, dificilmente qualquer um deles oferecerá a visibilidade de marca proporcionada pelo iFood.

Concorrência elevada

A concorrência entre restaurantes dentro do próprio aplicativo é outro fator que pode dificultar os bons resultados nas vendas. Isso ocorre porque o espaço é compartilhado por milhares de marcas, incluindo concorrentes diretos do mesmo segmento da sua atuação.

​Para enfrentar a concorrência, talvez seja preciso investir mais em publicidade para fortalecer o nome da sua marca ou pensar em reduzir os preços para tornar seu produto mais atraente em meio a tantos outros da mesma categoria.

Como todo investimento, cadastrar seu restaurante no iFood pode ser tanto arriscado quanto promissor. É preciso pensar bem nos objetivos que você tem para com o aplicativo e os resultados esperados. Com um pouco de planejamento tudo é possível certo?

Como você pode aumentar suas vendas por meio do iFood?

Agora que você já conhece os prós e os contras de cadastrar seu estabelecimento no iFood, é hora de conhecer algumas estratégias poderosas para conseguir ainda mais clientes e se diferenciar da concorrência. Confira!

Estruture seu serviço de delivery

Antes de mais nada, é fundamental que você estruture bem sua operação, antes mesmo de começar a receber pedidos. Aqui, é fundamental cobrir os seguintes pontos:

  • área de abrangência: você pretende limitar sua atuação ao entorno da sua base de operações, ou prefere já alcançar toda a cidade? É importante levar em consideração nessa escolha os custos envolvidos na entrega e como você pretende cobrar sua taxa de entrega: cobrará uma taxa variável de acordo com cada bairro ou uma taxa média fixa que cubra os custos gerais?
  • horário de atendimento: alguns empreendimentos recebem poucos pedidos de entrega durante a semana ou durante algum período do dia, e preferem focar seus esforços nos momentos de maior demanda e reduzir custos. Outras empresas, por outro lado, optam por oferecer o serviço de delivery em tempo integral, estando sempre à disposição de clientes em potencial;
  • equipe para entrega: à medida que a demanda pelos seus produtos aumenta, torna-se importante formar uma equipe dedicada ao atendimento dos clientes do delivery. Misturar as operações local e de entrega pode causar grandes transtornos, levando sua empresa a atender mal tanto seus clientes em casa quanto na loja.

Elabore material personalizado

Panfletos, folders, cartões e adesivos são excelentes formas de divulgar seus produtos e serviços, deixando sua marca visível para seu cliente, mesmo depois da refeição.

Imprima pequenos cardápios que possam estar sempre à mão e distribua-os com cada refeição. Também é interessante distribuir panfletos nas redondezas da sua base de operações.

Crie um programa de fidelidade

Um programa de recompensas baseado em compras pode aumentar em até 30% a recorrência de pedidos em seu estabelecimento. Pesquisas também indicam que não há diferença no retorno dos clientes, se você oferece um bônus a cada 5 ou 10 compras: o importante aqui é a promessa da recompensa.

Uma forma de chamar ainda mais atenção para seu programa de fidelidade é por meio de mensagens de texto personalizadas, nas quais você pode lembrar seus clientes de quanto falta para que ganhem sua recompensa.

Entretanto, é importante que você tenha em mãos os custos de produção atualizados dos seus produtos, garantindo assim que uma estratégia que deveria aumentar seus lucros, não acabe corroendo sua margem de ganhos por falta de um planejamento financeiro eficiente.

Tenha uma boa presença online

Hoje, não está fora de questão o impacto da internet no mundo e nos negócios, e se você deseja que seu empreendimento prospere, uma boa presença online é fundamental.

Embora Facebook e Instagram sejam essenciais, também é interessante criar um perfil de WhatsApp, por meio do qual você pode ter uma comunicação mais direta com seu público, anunciando promoções e descontos.

Para além das redes sociais, você pode criar uma página exclusiva para seu restaurante, na qual seus clientes poderão ter acesso à história e aos valores do seu negócio, assim como horários de funcionamento e mesmo uma cópia digital do seu cardápio.

Apesar das desvantagens, é possível perceber que o iFood para restaurantes é uma ótima ferramenta para aumentar suas vendas. Sendo assim, não deixe de investir nessa estratégia para otimizar o faturamento do seu negócio.

E então, está decidido a utilizar o iFood para restaurantes? Aproveite para curtir a nossa página do Facebook e ficar por dentro de muitos outros conteúdos como este!

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Controle os custos fixos e variáveis do seu restaurante

Identificar quais são os custos do restaurante é o primeiro passo para controlar o fluxo de despesas do estabelecimento e alcançar o controle do caixa.

 

Os custos fixos e variáveis do restaurante podem levar seu empreendimento ao sucesso ou à ruína. Saber identificar o que é cada um deles facilita a administração dos recursos de forma mais inteligente e possibilita aplicar o custo real em cada produto oferecido, estabelecendo o rateio das despesas e, a partir daí, enxergando melhor o seu lucro.

Veja como identificar e classificar cada uma das despesas a seguir. Acompanhe conosco e boa leitura!

Entenda os custos fixos

Como o nome indica, os custos fixos são aqueles custos recorrentes e que não variam de acordo com o seu volume de vendas. Por exemplo: se sua operação conta com um total de 5 colaboradores, sua folha de pagamento é a mesma, quer você faça 500 ou 1.000 vendas naquele mês.

É comum, ao se debater os custos fixos envolvidos na operação de um restaurante, algumas contas, como água e luz, gerarem dúvidas: devem ser enquadradas como custos fixos ou variáveis? Essa dúvida é bastante razoável, uma vez que, se o movimento aumenta no estabelecimento, os gastos com energia e água também tendem a aumentar.

Para responder de vez essa questão, é importante lembrar que, mesmo que oscilem mês a mês, os gastos com água e luz não acompanham proporcionalmente as variações no seu volume de vendas! Portanto, devem ser considerados como custos fixos da operação.

A mesma lógica se aplica a diversos outros custos, dos quais os principais listamos abaixo. Veja!

Aluguel

É uma das despesas mais significativas de um restaurante, pois ter um ponto comercial amplo e bem localizado não custa pouco. É importante negociar antes de fechar o contrato, já que, além de alto, é um custo fixo, sem possibilidade de alterações no valor.

Contas básicas

Aqui, entram as contas de água, luz, gás, telefone, TV por assinatura, provedor de Internet, entre outras necessárias para que seu estabelecimento funcione e ofereça um ambiente confortável para o cliente.

O valor pode variar de acordo com a utilização de cada serviço ao longo do mês, mas não deixa de ser um custo fixo, pois independentemente do valor, todo mês ele será cobrado.

Essas contas pedem muita organização, pois vencem em datas diferentes umas das outras. É importante atentar às datas de vencimento e não se perder nos pagamentos para que o fornecimento desses serviços não seja prejudicado.

Um ponto positivo deste item: é possível economizar! Tenha janelas amplas que permitam maior aproveitamento da luz natural; mantenha os aparelhos de ar-condicionado nas temperaturas mais elevadas; deixe os utensílios de cozinha de molho numa bacia com um pouco de água sanitária antes de lavá-los, possibilitando que se use menos água e produtos de limpeza; negocie um plano de Internet/TV mais barato com a operadora etc.

Parece pouco, mas ao longo no ano, é possível notar uma boa diferença.

Folha de pagamento

Está entre os custos fixos mais importantes do estabelecimento. Aqui, não há como economizar. O valor deve acompanhar o praticado pelo mercado, já que a mão de obra deve ser especializada. Um colaborador bem pago trabalha motivado, o que resulta em cliente satisfeito e, consequentemente, em casa cheia.

Marketing

Em tempos de aplicativo de delivery e de consumidores cada vez mais ligados às redes sociais, investir em marketing se tornou uma condição indispensável para o sucesso de qualquer restaurante.

Empresas especializadas podem ser uma opção atraente para quem não quer aumentar a folha de pagamento contratando mais um funcionário apenas para cuidar da promoção do seu negócio.

Identifique os custos variáveis

Ao contrário do que acontece com os custos fixos, os custos variáveis estão diretamente atrelados ao seu volume de vendas. Assim, se, em um mês, você não vender nenhum prato com salmão, também não deve ter gastos com compra de salmão.

Controlar esses recursos requer, além de uma boa negociação com fornecedores e prazos de entrega, também uma boa gestão do estoque. Não adianta comprar produtos com uma boa negociação e deixá-los vencer no depósito — é dinheiro jogado fora. Ou ainda ter um menu interessante, mas não manter, no estoque, produtos necessários para a preparação dos pratos do cardápio.

Mesmo que você compre determinado produto todos os meses, é considerado um custo variável por conta das alterações de preço que pode sofrer até a próxima aquisição. Essas alterações geralmente são influenciadas por fatores externos: variações na economia, mudanças de clima, atraso na entrega etc.

Além disso, seus gastos com determinado insumo estão intimamente e proporcionalmente ligados ao volume de vendas das preparações que envolvem aquele insumo. Assim, quanto mais você vender, por exemplo, arroz de camarão, mais terá que gastar comprando arroz e camarão.

Nesse caso, um menu inteligente e bem elaborado ajudaria a driblar essas variações de preço, substituindo os produtos caros por outros mais baratos, como frutas e legumes da época. Parece pouco, mas, em grande escala, fará uma enorme diferença no seu orçamento. Aqui, podem ser utilizados os cardápios digitais, que possibilitam alterações de menu, de acordo com a necessidade.

Listamos abaixo alguns dos maiores perigos ao controle dos custos variáveis em um restaurante e como você pode combatê-los. Confira!

Hortifruti

Hortifrutigranjeiros podem representar até 25% dos seus custos com insumos e, dada a sua alta perecibilidade, um sistema de compra e venda bem estruturado é fundamental para manter essa margem o mais baixa possível.

Evite compras em grandes volumes e esteja sempre atento às melhores práticas de conservação de frutas e legumes para evitar desperdícios.

Proteínas congeladas

Frango e pescados, ao serem comprados congelados, podem apresentar até metade de seu peso em gelo. Para não comprar gato por lebre, sempre compare o peso dos insumos congelados e descongelados. Dependendo dessa proporção, talvez seja interessante mudar de fornecedor ou mesmo comprar alguns itens frescos e congelá-los você mesmo.

Saiba como reduzir seus custos

Agora que você entende a diferença entre custos fixos e variáveis, confira as dicas que separamos para ajudar você a reduzir os custos da sua operação.

Conheça seus insumos

A pessoa que recebe as mercadorias deve verificar minuciosamente a qualidade dos produtos entregues. Isso porque, infelizmente, não é raro que os itens do topo da caixa estejam viçosos e em excelente estado, enquanto aqueles mais abaixo estejam praticamente estragados.

Ao fazer essa inspeção no ato da chegada da mercadoria, você garante que seu dinheiro não está sendo gasto com tomates murchos e morangos mofados, por exemplo.

Invista em treinamento

Uma das formas mais eficientes de reduzir seus custos é investindo em treinamento para sua equipe. Desde os responsáveis pela gestão do seu estoque até a equipe de cozinha, colaboradores bem treinados e em sintonia com os objetivos da empresa conseguirão aproveitar ao máximo cada insumo e reduzir os custos com água e energia.

Além disso, sua equipe pode trabalhar para dar vazão a itens que estejam se acumulando em estoque, evitando que ultrapassem o prazo de validade antes de serem utilizados.

Mantenha uma boa gestão

Controlar e otimizar os custos do restaurante não é uma tarefa fácil. A dedicação deve ser diária. Mas, hoje, existem muitos recursos que facilitam esse processo, um deles pode ser o software de gestão.

Um investimento assertivo e acessível, ter um sistema focado no seu negócio possibilita gerenciar e promover uma visão completa do estabelecimento. O software permite o diagnóstico de problemas e gargalos, bem como o acompanhamento de indicadores com a emissão de relatórios gerenciais.

Além de ter uma visão ampla das despesas atuais, é preciso sempre manter uma estimativa das despesas futuras, e também do lucro. Os softwares de gestão garantem uma administração eficaz de todas essas questões, pois permitem uma visão mais abrangente da operação.

Agora que você já conhece os principais custos fixos e variáveis do restaurante, veja também nosso e-book sobre outros benefícios de usar um software de gestão:

 

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4 dicas para atrair novos clientes para o seu restaurante

Está em busca de dicas para atrair novos clientes para seu restaurante mas o que tem visto não anima muito? Se você tem um negócio no ramo da alimentação mas o fluxo de pessoas anda baixo, pode ser que esteja deixando de colocar em prática medidas simples e baratas.

Felizmente, as soluções disponíveis podem ser facilmente implementadas e, o melhor, surtirão efeito mais rápido do que imagina. Acompanhe o artigo até o final, pois temos quatro dicas especialmente preparadas para você dar uma turbinada no seu negócio.

1. Faça do seu estabelecimento uma atração

No competitivo ramo da alimentação, nem sempre estar bem localizado, servir um cardápio variado ou ser especialista em algum tipo de culinária é o bastante. As pessoas que vão a lugares para almoçar ou jantar também buscam experiências que tornem a visita marcante e especial. Uma maneira de fazer isso é investir no visual do seu estabelecimento, seja um restaurante ou uma lanchonete.

Pense no perfil das pessoas que o frequentam e busque um tema apropriado. Por exemplo, se a maioria dos seus clientes são jovens estudantes, pode ser que uma decoração com motivos acadêmicos seja atraente. Use a criatividade e certamente os resultados aparecerão.

2. Esteja presente na internet

Você já ouviu falar do consumidor omnichannel? Pois é esse o perfil de cliente que mais gasta nos locais onde costuma comprar, e isso inclui bares, restaurantes e redes de fast food. Sua principal característica é buscar pelos produtos e serviços de sua preferência por múltiplas mídias e plataformas de comunicação, sem dispensar o bom e velho telefone e a visita presencial na hora de dar seu feedback.

Um estudo da consultoria Criteo, chamado “The Shopper Story 2017”, apurou que o omnishopper, como também é chamado, gasta 44% mais do que o cliente comum, que só se comunica por um tipo de dispositivo. Portanto, para atrair esse público, é fundamental sua loja contar com um site ou, pelo menos, uma página no Facebook e perfil no Instagram.

3. Faça parte de clubes de descontos e períodos promocionais

Outra solução para atrair clientes que parte da internet é integrar a cadeia de estabelecimentos conveniada a clubes de descontos e sites de compras coletivas. Entre os mais conhecidos temos Peixe Urbano, Groupon e Grubster.

Há também o Chefs Club, uma alternativa igualmente interessante, na qual os clientes baixam um aplicativo, garantindo descontos de até 50% nos estabelecimentos cadastrados. Portanto, se seu negócio ainda não faz parte da rede dos restaurantes que oferecem condições especiais nos sites e aplicativos de descontos, não perca tempo e faça já sua inscrição.

Por outro lado, é importante estar sempre atento aos períodos promocionais, tais como a Black Friday, em que os preços são reduzidos, potencializando o fluxo para atrair novos clientes. Precifique observando sua margem de lucro e aumente a frequência em seu negócio.

4. Busque encantar os clientes

Falamos do cliente omnichannel e uma de suas características é ser bastante exigente. Seu negócio deve estar preparado não apenas para atender bem mas para encantar e proporcionar uma experiência única. Nesse aspecto, vale investir em treinamento para garçons, recepcionistas e hostess, para que as pessoas sejam sempre recebidas com “tapete vermelho” em seu estabelecimento.

Assim como o visual atraente, um atendimento personalizado e que faça as pessoas se sentirem especiais é uma das dicas para atrair novos clientes. Coloque em prática e veja como seu faturamento aumentará de forma substancial!

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Procedimentos para contribuintes e contabilistas – Vincular o SAT na SEFAZ

Quem já opera com NF-e no varejo deve saber que é preciso vincular o SAT (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos) na SEFAZ do estado, com o objetivo de emitir e transmitir as informações para efeitos tributários.

Sem esse dispositivo, as notas emitidas e recebidas não poderão ser repassadas para a secretaria de fazenda responsável pela arrecadação. Contudo, para poder operar com o aparelho, é necessário observar os procedimentos exigidos para a sua instalação e posterior vinculação do CNPJ da sua empresa.

Por isso, esses procedimentos serão expostos ao longo deste artigo, feito especialmente para quem tem dúvidas a respeito da vinculação do SAT na SEFAZ no estado de São Paulo. Continue lendo e confira!

Os dispositivos eletrônicos exigidos para vincular o SAT

Antes de mais nada, você precisará confirmar se tem todos os equipamentos necessários para vincular o SAT.

O mais importante, logicamente, é o próprio SAT. Consulte o site da SEFAZ-SP, no menu “Consultas Públicas”, para saber quais empresas estão registradas e os equipamentos homologados. Além disso, você precisará de:

  • computador: a maioria dos microcomputadores vendidos no varejo pode ser utilizada. O importante é que o equipamento tenha entrada USB;
  • aplicativo SAT: será preciso fazer o download de um aplicativo que seja compatível com o sistema;
  • internet: também é exigida conexão com a internet, com velocidade que garanta a transmissão ininterrupta de dados;
  • impressora: qualquer impressora pode ser utilizada, não necessariamente de uso comercial. Para a impressão de extrato, deve ser seguido o layout que consta no Manual de Orientação do SAT.

Instalação do equipamento

O aparelho SAT deve estar acompanhado de manual de instruções contendo as orientações para sua utilização. A partir da instalação, começamos efetivamente a vincular o SAT.

Para tanto, é fundamental que o software Java do computador esteja atualizado com a última versão. Feito isso, siga esses passos:

  1. acesse a página específica do site da Secretaria da Fazenda;
  2. na área de contribuinte, entre com a senha do posto fiscal ou certificado A1 ou A3 do contribuinte;
  3. siga no menu: Equipamento > Ações > Vincular Equipamento SAT;
  4. no formulário “Vincular Equipamento SAT”, informe os números de série dos equipamentos SAT que serão utilizados para o CNPJ selecionado. Em seguida, informe o e-mail de contato do contribuinte;
    SEFAZ - Vincular Equipamento SAT 02
  5. selecione a opção pelo Certificado Digital fornecido pela Secretaria da Fazenda (SEFAZ).

 

 

SEFAZ - Vincular Equipamento SAT 01

No caso de optar pela alternativa “Utilizarei Certificado Digital padrão ICP-Brasil…”, você deve ler uma mensagem de modo a verificar se o equipamento SAT tem módulo criptográfico homologado pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

Se tudo estiver de acordo, aparecerá uma tela de confirmação, na qual deverá ser escolhido “Sim”, se os dados estiverem corretos. Caso sejam necessárias correções, clicando em “Não” é possível retornar e efetuar os ajustes.

Ativação do SAT

Depois de vincular o SAT ao CNPJ, é hora de ativar o aplicativo instalado no computador. Para isso, basta abrir o Aplicativo Comercial (AC), que já deve ter sido baixado em site credenciado pela SEFAZ. Se houver dúvidas, o manual do equipamento tem instruções sobre os procedimentos exigidos.a

Possíveis erros na operação

Existem diversos tipos de erros que podem ocorrer ao longo da utilização do SAT. Um dos mais comuns é sinalizado pela mensagem “Erro durante a operação! Contate o suporte!” ou “Mensagem de erro não listada”.

Nesses casos, é preciso fazer um report de erro na retaguarda. Nesse contato, você deve fornecer os seguintes dados:

  • data/hora do erro;
  • perfil usado para ter acesso ao sistema;
  • CNPJ e Razão Social;
  • texto exibido na mensagem de erro;
  • caminho para essa tela de erro, ou seja, os passos seguidos;
  • dados do lote, protocolo, cupom ou SAT;
  • versão do navegador utilizado.

Também será solicitado o nome do sistema — que, nesse caso, é Sistema de Gestão e Retaguarda do SAT-CF-e. Tenha sempre anotado esse nome, antes mesmo de vincular o SAT à SEFAZ. Se houver dúvidas, uma consulta ao manual do equipamento SAT deve resolver.

Enfim, gostou do artigo? Agora, para acompanhar mais conteúdos como esse, feitos para você, empreendedor, siga-nos nas redes sociais! Estamos no Facebook, no LinkedIn, no Twitter e no YouTube.

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Inspeção sanitária: o que fazer ao receber uma visita?

Ao se abrir um restaurante ou qualquer estabelecimento que sirva alimentos às pessoas, um dos maiores cuidados que se deve ter é com a segurança alimentar do que servimos, sobretudo em caso de inspeção sanitária. Entretanto, mesmo tomando todos os devidos cuidados, uma surpresa sempre pode ocorrer e é preciso estar preparado para atender os requisitos sanitários da lei.

Se você tem dúvidas sobre os critérios adotados pela fiscalização sanitária e como você pode se preparar para atendê-los, acompanhe nosso artigo e saiba tudo o que precisa para servir alimentos melhores e mais seguros para seus clientes.

Antes de mais nada: o que é a Anvisa?

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi criada em 1999 pela Lei nº 9.782 e tem como finalidade principal proteger a saúde da população por meio da inspeção sanitária e autuação de processos, produtos, insumos, serviços e tecnologia.

No âmbito dos serviços de restauração, a Anvisa age sobretudo através de fiscalizações in loco. Nessas ações, os fiscais da Vigilância Sanitária verificam a adequação dos processos de produção, armazenamento e serviço dos alimentos às normas sanitárias vigentes.

O que é exigido pelos fiscais da Anvisa?

Existem dois pontos críticos que são alvo de maior fiscalização da Anvisa em restaurantes e que, portanto, merecem sua atenção: o Manual de Boas Práticas e os Procedimentos Operacionais Padrão (POPs). Esses critérios, embora críticos, podem ser facilmente alcançados, garantindo a tranquilidade da sua operação.

O Manual de Boas Práticas pode ser elaborado pela gestão do seu estabelecimento em parceria com um nutricionista ou outro profissional familiarizado com as normas vigentes da Anvisa.

Nele deve constar uma descrição detalhada da estrutura do estabelecimento e de todos os procedimentos realizados: desde a higienização de instalações, equipamentos e utensílios até o controle de pragas e a capacitação dos manipuladores.

A documentação dos procedimentos garante que as informações e orientações gerais da empresa não se percam, facilitando a integração de novos funcionários e a manutenção dos padrões de trabalho.

Já os POPs são um conjunto de instruções detalhadas para a realização de procedimentos de manipulação de alimentos. Os POPs se dividem em quatro grupos:

  • higienização de equipamentos, utensílios e móveis;
  • controle integrado de vetores e pragas;
  • higienização do reservatório de água;
  • higiene e saúde dos manipuladores.

Cada um desses POPs garante que seus colaboradores tenham sempre à mão instruções detalhadas de como realizar todos os processos da empresa de acordo com as normas de inspeção sanitária.

Como lidar com a visita de um fiscal?

Pois bem, digamos que um fiscal da Anvisa bateu à porta do seu restaurante: e agora? Confira abaixo nossas dicas!

Fique calmo

Durante a inspeção sanitária, é importante ficar calmo. A Anvisa opera com um protocolo de visita dupla, o que significa que, na primeira visita, o fiscal vai verificar possíveis inadequações e dará ao estabelecimento um prazo para adequação. Ao término do prazo, ocorrerá uma nova visita para verificar se os pontos apontados foram corrigidos.

Por isso, não há razão para pânico: mesmo que haja inadequações à norma, você terá tempo para corrigi-las antes de ser multado.

Verifique se a inspeção sanitária é válida

Por lei, o fiscal da Anvisa deve estar sempre acompanhado de um farmacêutico. É o farmacêutico que vai realizar as aferições técnicas dos itens apontados pelo fiscal, e ele pode até mesmo questionar alguma anotação feita pelo fiscal antes de corroborá-la.

Sem a presença desse profissional, a visita do fiscal perde sua legitimidade legal.

Gostou das nossas dicas sobre inspeção sanitária? Agora basta que você siga nossas dicas e se prepare para receber os profissionais da Anvisa tranquilamente. E se você tiver alguma dúvida ou quiser partilhar sua experiência, deixe um comentário aqui no post!

 

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Software PDV: tire aqui todas as suas dúvidas

Em diferentes setores do mercado, a inclusão de sistemas digitais nos processos tem se mostrado uma estratégia eficiente para facilitar e agilizar tarefas.

Para os empresários do ramo varejista, esses sistemas podem ser aproveitados na forma de ferramentas de automação, também conhecidos como softwares PDV. Dependendo da estrutura geral ou configuração, eles podem auxiliar na execução de inúmeros cuidados no caixa da loja ou empresa.

Lojas com múltiplos pontos de venda precisam de fácil integração e conectividade. Afinal, quem quer levar o dia todo para executar relatórios separados e comparar informações de cada registro individual a cada semana?

Quer se beneficiar dessa tecnologia? Então leia este post, veja como ela funciona e saiba o que levar em conta na hora de escolher um software PDV para seu negócio!

O que é um software PDV?

Também chamado de ponto de venda, o software PDV é um recurso bastante útil para o controle e registro de operações de venda. Como um complemento valioso para a gestão de pontos comerciais, a ferramenta garante economia de tempo para as empresas e melhora a qualidade de atendimento aos clientes.

O PDV pode incluir ajuda de marketing, displays fáceis ​​para permitir transações. No nosso caso, estamos falando sobre o hardware e o software que administram as operações de vendas e de estoque de uma empresa.

Se desejar, o empresário também consegue aproveitar seu software PDV para gerar relatórios de ações como:

  • pagamentos;
  • descontos;
  • fluxo de caixa; e
  • estoque da empresa.

A facilidade de adaptação para diferentes necessidades e modelos de negócio é o que torna esse tipo de sistema cada vez mais atrativo para diversos empreendedores, sejam eles iniciantes ou experientes no mercado.

Quais são as principais vantagens de um software PDV?

Economia de tempo

Um dos maiores benefícios do software PDV é a capacidade que dá ao proprietário da empresa para visualizar padrões de compra, identificar problemas e detectar tendências em todas as lojas rapidamente.

Aumento da produtividade

Os softwares PDV foram projetados para otimizar os processos de negócios e melhorar a rotina diária da empresa.

Antes de tudo, há a eliminação da papelada relacionada ao cálculo de vendas e ao gerenciamento de estoque. Isso economiza muito tempo e minimiza os erros que podem ser feitos durante os cálculos.

Gerenciamento financeiro

Com o software PDV, os gerentes podem executar relatórios que mostram não só quantos itens foram vendidos, mas quais itens foram os mais populares.

Essa informação pode ser bastante valiosa quando chegar o momento de reabastecer as prateleiras ou encomendar novos suprimentos.

Emissão rápida de documentos

O software PDV possui a capacidade de verificar como as vendas estão em sua loja, em qualquer lugar a qualquer hora. Isso significa que, se estiver longe de sua loja, você poderá verificar — em tempo real, diretamente do seu telefone ou tablet — os seguintes dados:

  • as vendas líquidas;
  • a contagem de transações;
  • o valor médio das vendas; e
  • o número total de clientes.

Atendimento eficiente e funcional

Ter um sistema PDV que usa rastreamento de pedidos e gerenciamento avançado de estoque em várias lojas proporciona maior satisfação do cliente.

Em vez de exigir que o cliente ligue ou visite outras lojas, o software pode verificar instantaneamente o status do pedido ou a disponibilidade de um item em particular, independentemente da loja em que sua compra foi realizada.

Controle e acompanhamento de estoque

O PDV pode ser integrado ao controle de estoque de uma empresa. Uma vez que essa integração esteja no lugar, o sistema pode gerar automaticamente uma ordem de compra e reordenar itens quando eles começam a diminuir.

Por que usar um software PDV?

Em muitas empresas, um software PDV se conforma como uma ferramenta valiosa para a otimização de processos e para o controle eficiente de operações.

Quem é do ramo comercial sabe que a qualidade da experiência do cliente em um processo de compra é determinante para o sucesso dos negócios. Nesse sentido, contar com um sistema rápido e que ofereça todos os recursos exigidos nesse processo é fundamental.

Além de facilitar as atividades diárias, o software PDV também pode ser um aliado das empresas que querem analisar diferentes dados em um período específico.

Por meio de informações detalhadas, o sistema elabora relatórios relacionados a lucros, despesas e desempenho. Esses documentos, por sua vez, servirão de base para que o empresário verifique se as expectativas de venda estão sendo atendidas e trabalhe para alcançá-las.

Como escolher um software PDV?

Ao implantar um novo recurso no ponto de venda, muitos proprietários tendem a pensar no custo como principal fator de escolha. O problema é que nem todos os softwares PDV são indicados para certos modelos de negócio. Procure considerar:

A facilidade de uso e treinamento

Um software PDV deve ser prático e compreensível, a fim de garantir que qualquer funcionário orientado possa manipular suas ferramentas. Nesse sentido, é importante que você verifique com o fornecedor se existe um plano de treinamento eficiente e adequado a diferentes perfis.

Um sistema PDV deve oferecer uma interface intuitiva, isto é, que seja fácil de aprender e de prazer em usar. Desde o 1º dia, nada sobre o seu sistema deve ser obscuro. Em vez disso, tudo — desde a importação de estoque até o gerenciamento de funcionários para extrair relatórios de vendas — deve ser simples e fácil de realizar.

A presença e a qualidade de suporte

Qualquer sistema pode apresentar problema em algum momento. Sabendo disso, é essencial que você conte com um fornecedor de confiança e responsável para atendê-lo em uma situação de pane ou defeito de software.

Não ter o suporte ao cliente necessário pode resultar na incapacidade de aceitar transações e na perda de vendas. Esse suporte também deve ser ilimitado e não receber nenhum custo adicional.

Com a internet e sua infinidade de sites de reviews, é mais fácil do que nunca determinar quais sistemas PDV oferecem o melhor atendimento e serviço ao cliente.

Ter o apoio de um suporte profissional é garantir agilidade na resolução de problemas e, consequentemente, a satisfação dos clientes.

Quais são os erros que você deve evitar?

Embora um software PDV proporcione somente benefícios, sua implantação demanda um planejamentoantecipado para que seja aproveitado por todos os profissionais envolvidos no ponto de venda.

Veja os erros mais cometidos durante e após esse processo e saiba como evitá-los:

Não testar a ferramenta = prejuízo futuro

Para otimizar seus negócios, os empresários devem buscar avaliar diferentes softwares PDV e conhecer todas as suas ferramentas e possibilidades. Com essas informações, fica mais fácil escolher um modelo adequado e vantajoso para o perfil da empresa.

Ainda, se o seu negócio está apenas começando, certifique-se de que o programa da organização possui todos os recursos e relatórios que você precisa, com o hardware necessário para executar seu negócio corretamente.

Não preparar a equipe = mau desempenho

Para evitar funcionários confusos e perdidos com a nova ferramenta, é essencial que o proprietário avise a equipe com antecedência e realize os treinamentos. Discutir a mudança com todos também pode ser benéfico para coletar sugestões e sanar dúvidas.

Além dessas dicas, tenha em mente que um bom software PDV deve oferecer todas as ferramentas específicas para o seu modelo de negócio.

Quer saber mais sobre software PDV? Entre em contato conosco!

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Cupom Fiscal e Nota Fiscal: entenda a diferença

É muito comum as pessoas se referirem aos documentos obrigatórios Cupom Fiscal e Nota Fiscal como se fossem a mesma coisa. Isso se dá pela complexidade do sistema tributário do nosso país. Porém, essa dúvida precisa ser sanada o quanto antes, para que você possa saber como usufruir dos seus direitos — tanto como comerciante, quanto como consumidor.

Saiba, neste post, quais são as diferenças entre esses dois documentos, bem como as vantagens de emiti-los no seu estabelecimento.

O que é o Cupom Fiscal?

O Cupom Fiscal foi criado para registrar vendas no varejo e é emitido por um equipamento chamado de Emissor de Cupom Fiscal (ECF) com o selo de autorização da autoridade competente.

O questionamento quanto à diferenciação se dá porque o Cupom Fiscal é, na maioria das vezes, chamado pelo cliente comum de Nota Fiscal.

Nele é possível verificar dados importantes, como:

  • compra ou venda de produtos;
  • descrição das mercadorias;
  • preço dos itens;
  • local, data e hora da transação;
  • valor do pagamento e valor do troco devolvido ao cliente.

O que é a Nota Fiscal eletrônica (NF-e)?

A NF-e é um documento gerado digitalmente. Ela foi criada com o intuito de:

Após sua emissão, os dados ficam registrados em um central, podendo ser cruzados com outros registros para impedir a sonegação, como no caso das operações interestaduais.

Além disso, você não precisa mais imprimi-las e arquivá-las durante todo o período exigido pela Receita Federal. Basta armazenar os documentos no computador.

NF-e comprova uma série de transações comerciais, como:

  • compra e venda de produtos;
  • tráfego de mercadorias;
  • prestação de serviços;
  • doações a instituições e causas sociais.

Quais são os tipos de Nota Fiscal eletrônica?

Atualmente, existem 3 tipos diferentes de Nota Fiscal eletrônica. Cada modelo serve para substituir determinados documentos, por isso, é preciso ter cuidado para não se confundir.

A NF-e, citada acima, foi desenvolvida para substituir as notas fiscais de modelos 1 e 1A. Estas fazem parte das operações de venda e prestação de serviço, ligadas à cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Enquanto isso, a NFS-e foi desenhada para fazer a substituição de um documento chamado Declaração de Serviço. Requerido pelo município, esse registro se relaciona com a cobrança do ISS (Imposto Sobre Serviço).

Já a CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico) serve para substituir uma pilha de documentos necessários para a realização do transporte de carga (Modelos 7, 8, 9, 10, 11 e 27).

Quais as diferenças entre os dois documentos?

Em casos de troca de produtos, existem duas possibilidades.

Se o pedido foi realizado apresentando um Cupom Fiscal, o comércio pode escolher se realizará a troca ou devolução do dinheiro. O motivo disso é que esse documento não descreve todos os dados necessários para identificar o cliente. Dessa forma, seria possível fraudá-lo, utilizando um CF referente a outra compra.

Já a Nota Fiscal é um documento íntegro, pois contém os dados pessoais do consumidor. Mediante sua apresentação, o estabelecimento é obrigado por lei a efetuar a troca do produto com defeito. E, por esse motivo, exigi-la no ato da compra é fundamental para garantir seus direitos.

A NF também é utilizada para solicitar um reembolso ou repassar o pagamento de uma compra, ao contrário do Cupom Fiscal, que pode ser recusado por não possuir dados credíveis o suficiente para o reembolso.

Qual é a importância de emitir cada documento?

Caso você opte por não emitir a Nota Fiscal e o Cupom Fiscal, colocará em risco o seu empreendimento. Se o cliente abrir uma reclamação, você pode ser multado por sonegação de impostos.

Confira os benefícios de emitir tais documentos:

  • maior transparência e controle dos negócios;
  • facilidade no cálculo das contas do estabelecimento;
  • possibilidade de o cliente pedir devolução ou reembolso do dinheiro, em caso de erro no preço do produto;
  • combate à sonegação fiscal;
  • identificação da quantia e do tipo de tributo pago na compra realizada.

Como emitir um Cupom Fiscal?

Um Cupom Fiscal é emitido pela impressora mediante a instalação de um sistema capaz de não apenas registrar os produtos, mas também finalizar a compra executando todos os procedimentos de fechamento que a legislação exige.

Não foram poucos os problemas que surgiram quando a obrigatoriedade da impressão entrou em vigor. Hoje, é possível encontrar um número maior de empresas confiáveis que oferecem soluções para esse negócio. Entretanto, ainda assim, é preciso analisar os mínimos detalhes.

Ao buscar um parceiro para instalar o software de emissão do Cupom Fiscal, esteja certo de que ele está em plenas condições de atender às exigências da lei e do seu negócio. A falta de atenção poderá acarretar problemas com a fiscalização e o surgimento de multas pesadas.

Não se esqueça de que a emissão do cupom tem regras diferentes entre os estados do país. Por isso, é necessário buscar um fornecedor franco e capaz de atender às necessidades locais.

Como emitir a Nota Fiscal eletrônica (NF-e)?

A preferência das pessoas por aceitar o cupom em vez da Nota Fiscal, na maioria das vezes, se dava pela dificuldade do preenchimento manual. Hoje, as coisas começaram a mudar.

A criação da NF-e facilitou os processos, já que é automática e computadorizada. Problemas com rasuras podem ser resolvidos em instantes com a simples correção dos campos correspondentes. Tudo isso faz com que o cliente se sinta cada vez mais tranquilo para pedir a Nota Fiscal.

Por sua vez, os empresários e lojistas também vivenciam vantagens com a emissão da Nota Fiscal eletrônica. Afinal de contas, a comunicação do pedido com os sistemas da Receita Federal acontece em instantes.

Com isso, diversos processos são facilitados, como o recolhimento de impostos e a busca de notas fiscais antigas, caso seja necessário.

Ao emiti-la, o empresário pode garantir mais segurança contra fraudes fiscais, sem falar no respeito pelos direitos do consumidor.

Com as informações expostas neste post, esperamos que você tenha compreendido não só a diferença entre o Cupom Fiscal e a Nota Fiscal, como também a importância de cada um desses recursos.

Portanto, não perca tempo e regularize a sua empresa com o auxílio de um software de gestão adequado. Quanto mais confiável sua empresa for, maior será a satisfação da clientela e menores serão os riscos de problemas com a fiscalização e o descumprimento das exigências legais.

Aliás, se você tem interesse em saber sobre Cupom Fiscal, não pode deixar de visitar nosso artigo sobre como pagar menos impostos sem sonegar! E veja também um eBook exclusivo com tudo sobre impostos:

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Impostos: como ficar em dia com as obrigações fiscais

Além da importante função social, as obrigações fiscais têm um papel fundamental no dia a dia de empresários e empreendedores. Conhecer bem essas obrigações é fator importante para o sucesso de qualquer negócio.

Cobrar tributos é uma prática milenar, que nasceu junto com as primeiras civilizações. Ao longo da história essa prática vem sempre se aperfeiçoando, já que é difícil pensarmos no desenvolvimento da Sociedade sem o pagamento de impostos.

O Brasil, no entanto, é hoje um dos países com a maior carga tributária do mundo. Não bastasse a complexidade existente, todos os dias são criadas mais 46 leis tributárias – Desde a promulgação da Constituição de 1988, o Brasil criou 320.343 leis tributárias. Anualmente, as empresas brasileiras gastam 2.600 horas para cumprir suas obrigações tributárias. É o pior resultado entre 189 países. Estamos atrás até mesmo de países como a Venezuela (792 horas), a Nigéria (956 horas) e o Vietnã (872 horas). Mesmo o penúltimo colocado, a Bolívia, dá uma surra no Brasil: 1.025 horas.

Isso é muita coisa. E dar conta de todos esses números pode ficar ainda mais complexo se você não entender direito como funciona esse universo. E o pior: pode gerar multas para sua empresa por atrasos ou inconsistências nas entregas dos arquivos e pagamentos de impostos.

Por isso, criamos um guia que vai te ajudar a entender a importância das obrigações fiscais e como se adequar à elas:

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Feedback de cliente: qual a importância e como recebê-lo?

Receber feedback de clientes é algo que assusta alguns empresários. Porém, já é hora de saber que ouvir a opinião do consumidor, seja ela positiva ou negativa, é extremamente benéfico para o aperfeiçoamento e crescimento do seu negócio.

O feedback do cliente pode ajudar a empresa em diversos aspectos, entre os quais podemos destacar: conhecer melhor o seu público e quais são os seus anseios, melhorar o atendimento e entender as tendências do mercado no qual está inserido.

Entretanto, não basta ouvir a opinião do cliente e achar que isso já é suficiente. É preciso coletar esses dados, analisá-los e utilizá-los estrategicamente, agindo para atender as necessidades de melhorias apontadas e potencializando os pontos que receberam elogios.

Lembre-se de que os feedbacks positivos também são um excelente recurso para valorizar seus colaboradores e motivá-los, pois eles precisam ter o reconhecimento de seu trabalho. Portanto, sempre repasse os elogios para quem os merece.

Ficou interessado no assunto e quer descobrir algumas maneiras de conseguir feedbacks de seus clientes? Confira abaixo!

Pesquisas de satisfação

As pesquisas de satisfação são muito comuns e ajudam bastante a coletar feedbacks construtivos. Elas podem ser feitas por meio de formulários, de maneira virtual ou ainda, pessoalmente, no estabelecimento.

Existem diversas metodologias de pesquisas de satisfação, que devem avaliar tópicos como o atendimento ao cliente, prazos de entrega, limpeza do ambiente, qualidade dos produtos e serviços prestados, etc.

Escolha a que mais se adequa ao perfil da sua empresa e dos seus clientes e leve a sério seus resultados.

Monitoramento de redes sociais

Hoje em dia tudo está na internet e as pessoas adoram expor suas opiniões sobre todos os assuntos nas redes sociais. Com as empresas não é diferente, já que é comum encontrarmos depoimentos de clientes apaixonados por determinada marca ou reclamando de algum produto ou serviço.

Por isso, sempre monitore o que falam sobre a sua empresa nas redes sociais e procure responder todas as menções, sejam elas boas ou ruins. Construir um relacionamento transparente com seus clientes é a melhor maneira de conseguir mais feedbacks sinceros e promover melhorias no seu negócio.

O monitoramento pode ser feito por meio de buscas na web e também com o uso de softwares específicos para isso. Consulte também sites como o Reclame Aqui, onde os consumidores costumam postar queixas sobre algo que não gostaram.

Canais de atendimento para o feedback

Para que o cliente se sinta convidado a dar seu feedback, é preciso que hajam canais de atendimento específicos para isso. O canal ideal vai depender do tamanho da sua empresa e do perfil do seu público, porém podem ser disponibilizados: telefone, whats app, e-mail, chat online, redes sociais, etc.

Caso sua marca ainda não tenha nenhum perfil nas redes sociais, considere a sua criação, escolhendo as redes mais adequadas, de acordo com o segmento em que atua e seu público-alvo.

Já sabe a importância de receber feedback de cliente e quer ter acesso a mais publicações como essa? Assine a nossa newsletter e fique por dentro de outras ferramentas que vão ajudá-lo na gestão do seu negócio!

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Saiba o que é ticket médio, qual a sua importância e como aumentá-lo

Quem trabalha com a venda de produtos e serviços, inclusive no setor da alimentação — que, além da comida, vende a experiência —, sabe o quanto é preciso estar atento a diversos indicadores a fim de manter o faturamento esperado. Sendo assim, saber o que é ticket médio e como utilizá-lo é fundamental para o gestor, já que esse é um dos principais indicadores de vendas que devem ser acompanhados.

Está interessado em alavancar o movimento do seu negócio e quer saber como usar o ticket médio para isso? Continue a leitura!

O que é ticket médio?

Para explicar de maneira simples, o ticket médio é o valor médio gasto por cliente em cada compra que ele realiza em seu estabelecimento.

Esse indicador serve para mostrar ao gestor o quanto, em média, cada cliente está gastando. A partir da análise desses dados, é possível saber quais são os produtos mais vendidos e quais costumam ser comprados em conjunto, entre outras informações importantes para a criação de novas estratégias de vendas.

Como calcular o ticket médio?

Calcular o ticket médio da sua empresa é fácil e esse cálculo pode ser feito por períodos. Para saber qual foi o ticket médio do mês, basta somar o valor de todas as vendas realizadas nesse mês e dividir pela quantidade de vendas que foram feitas.

Por exemplo, se 200 pessoas gastaram o total de R$ 10.000,00 em determinado mês em sua empresa, você divide esses R$ 10.000,00 por 200. Como resultado, fica constatado que o ticket médio do mês foi de R$ 50,00.

Como aumentar o ticket médio da minha empresa?

Existem algumas maneiras que podem ajudá-lo a aumentar o ticket médio da sua empresa, independentemente do segmento. Confira algumas dicas!

Aumente a gama de produtos

Quanto mais produtos ou serviços você tiver para oferecer, maior é a probabilidade de o cliente comprar mais em seu estabelecimento. Por esse motivo, considere a possibilidade de aumentar a sua gama de produtos, sempre com itens que conversem entre si.

Para isso, observe o comportamento do consumidor em sua loja, pergunte se ele buscava algo que não encontrou e anote sempre que perguntarem sobre algo que você ainda não vende. Dessa forma, suas escolhas serão mais assertivas e as chances de lucro, maiores.

Ofereça mais produtos aos clientes

Oriente sua equipe a prestar bastante atenção ao que o cliente está procurando, para que eles possam identificar o que mais pode ser útil a ele. Por exemplo, se você tem uma loja de roupas femininas, e a mulher está buscando uma roupa para o Ano-Novo, ofereça também um acessório ou algo que complemente o look.

No caso de um restaurante, ao identificar que algum cliente é vegetariano, você pode oferecer opções diferenciadas a ele. Esses são apenas alguns exemplos de como seus colaboradores podem oferecer mais produtos e serviços para o cliente que já está no local e, assim, aumentar o ticket médio da sua empresa.

Crie ofertas variadas para diferentes épocas

Sabe aquelas épocas do ano em que as vendas caem? Isso depende bastante do segmento da sua empresa. Então analise bem o movimento do seu caixa nos anos anteriores e identifique previamente essas datas.

Dessa forma, você pode se planejar e criar ações e ofertas específicas para movimentar as vendas nesses períodos. Verifique quais são os produtos que estão saindo menos e crie ofertas especiais. Assim, quando o cliente for ao estabelecimento procurando algo, acabará levando mais coisas ainda.

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