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Pix: entenda como funciona esse novo meio de pagamento

Por Ana Beatriz Serafim
Publicado em 14 de outubro de 2020
Modificado em 14 de outubro de 2020
Entenda como funciona o Pix

O Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos, começa a valer em novembro de 2020. Você ainda tem dúvidas sobre o funcionamento? Continue a leitura e entenda como funciona o Pix e aprenda a utilizar no seu food service.

Atualmente, as transferências entre diferentes instituições são feitas através de TED ou DOC. Já os pagamentos são feitos por boletos, cartões e com dinheiro vivo. Contudo, essas operações eletrônicas podem levar dias e muitas cobram altas taxas.

Em resumo, o Pix é um novo meio de pagamentos para fazer transações bancárias de forma rápida, sem esperar dias para que o valor “caia” na conta. 

O que é Pix?

Se trata de um sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC) que promete agilizar as transações financeiras no Brasil.

Para utilizar, basta ter uma conta em um banco, fintech ou carteira digital. Essa função será acessada dentro do aplicativo da instituição que você já é cliente. Ou seja, não é um aplicativo à parte, ele está integrado às contas já existentes.

Qualquer pessoa ou empresa poderá fazer transferências e pagamentos entre contas em até 10 segundos, com funcionamento 24 horas por dia e nos sete dias da semana – inclusive em finais de semana.

Dessa forma, as transações serão gratuitas para pessoa física e com tarifas baixas para as empresas, já que a ideia é ser uma forma de pagamento acessível. 

Serviços confirmados

Até o momento, o Pix promete os seguintes serviços:

  • Transferências instantâneas entre contas de pessoas físicas e jurídicas;
  • Pagamentos de faturas e boletos;
  • Recolhimento de impostos e taxas de serviço;
  • Pagamento de compras online e em estabelecimentos físicos;
  • Saques (a partir de 2021);

Quais instituições financeiras vão oferecer Pix?

Todos os bancos com mais de 500 mil contas ativas serão obrigados a oferecer o Pix e os demais podem utilizar de forma voluntária. De acordo com a última lista divulgada pelo Banco Central, mais de 900 instituições já solicitaram adesão. 

Entre elas, estão os maiores bancos brasileiros, como Branco do Brasil, Caixa, Bradesco, Itaú e Santander. Além disso, os bancos digitais também vão oferecer o Pix, dentre eles Nubank, Inter e C6. 

As carteiras digitais também se comprometeram a oferecer esse meio de pagamento, dentre elas o Mercado Pago, PagSeguro, PayPal e PicPay, além das redes Cielo, Rede, Stone e SumUp.

Como utilizar o Pix?

Há três formas de fazer transação pelo Pix, segundo o Banco Central:

1 – Informando os dados bancários de quem vai receber o pagamento (como se faz TED e DOC). As informações necessárias são: nome completo, CPF, número da instituição, agência e conta.

2 – Utilizando uma chave Pix, na qual o usuário adiciona a uma conta que possui. Por exemplo, a chave pode ser o número de celular, e-mail ou CPF.

3 – Através da leitura de QR codes estáticos ou dinâmicos.

Chaves Pix

As chaves Pix funcionam como “apelidos” para identificar a sua conta. Em vez de informar todos os dados bancários de quem vai receber o pagamento, basta colocar uma das chaves dele.

Assim, pessoas físicas poderão registrar até cinco chaves por conta. Já as pessoas jurídicas terão permissão para utilizar até 20 chaves por conta. 

No entanto, não será possível adicionar a mesma chave em mais de uma conta. Por exemplo, se você adicionar seu CPF como chave em uma conta de uma determinada instituição, não poderá usar o CPF também como chave de outra.

Pix com QR code

O usuário ou o estabelecimento que receberá o valor apresentará um QR code, lido por smartphones.

Primeiramente o QR code estático poderá ser utilizado em múltiplas transações e permitirá que seja definido um valor para o produto ou pelo pagador. Por outro lado, o QR code dinâmico é mais adequado para compras, pois poderá apresentar informações diferentes a cada transação.

Vantagens para empresas

A redução de custos é a principal vantagem do Pix para empresas. Mesmo que ainda não tenha sido divulgada a tarifa para as empresas, já é certo que haverá mais margem de lucro.

Além disso, o Pix agiliza o recebimento dos pagamentos. Ou seja, em até 10 segundos, o dinheiro estará na sua conta, sem passar por adquirentes, bandeiras e bancos emissores, como acontece com pagamentos em cartão de crédito e débito.

Outro ponto positivo é que a sua empresa também poderá utilizar o Pix para fazer pagamentos dos colaboradores, fornecedores, impostos e qualquer compra da organização.

Assim, o empresário ganha fôlego no caixa, aumenta a liquidez da empresa e se livra das altas tarifas da rede bancária.

Quando começa a valer

Desde o dia 5 de outubro, os usuários começaram a registrar suas chaves Pix nas instituições financeiras. Dessa forma, o sistema de pagamento começa a valer oficialmente no dia 3 de novembro para que, a partir do dia 16 de novembro, ele esteja em pleno funcionamento.

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Ana Beatriz Serafim

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